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Hipertensão Arterial e Exercício Físico

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é considerada um dos fatores de risco mais importantes para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, representando no Brasil um dos problemas de saúde pública de maior prevalência na população, capaz de levar a óbito, aproximadamente, 40% dos indivíduos acometidos (MONTEIRO et al., 2010). A proporção de brasileiros diagnosticados com (HAS) vem crescendo a cada ano, em 2006, foi de 21,5%, já em 2009, aumentou para 24,4 (PORTAL DE SAÚDE, 2009).
O exercício físico está associado a benefícios ao sistema cardiovascular de indivíduos hipertensos, diminuindo, por exemplo, os riscos de acidentes cardiovasculares a dependência de medicamentos anti-hipertensivos (CHOBANAIN, BAKRIS & BLACK, 2003).
O treinamento físico tem demonstrado ser eficiente para reduzir os valores tensionais de pressão arterial (PA) nos pacientes hipertensos, vindo a ser, dessa maneira, um tratamento complementar ao medicamentoso. Os benefícios do treinamento físico para a saúde do hipertenso são inúmeros, podendo até reduzir a dose dos remédios, minimizando os efeitos colaterais nesse procedimento.
O treinamento aeróbio tem sido o mais recomendado para o tratamento da pressão arterial sistêmica (HAS), devido à comprovação de sua eficácia nos trabalhos científicos e recomendação por entidades nacionais e internacionais.
Nesta revisão de literatura não foi diferente, mostrando-se ser eficiente na redução crônica dos níveis tensionais de PA nesse tipo de população. Deve-se prescrever esse exercício como principal treinamento complementar ao tratamento farmacológico.
No entanto, o treinamento resistido vem sendo indicado como complemento ao aeróbio para redução da PA em pacientes hipertensos. Esta revisão demonstrou que o mesmo, foi eficiente para reduzir os valores tensionais da PA nesses experimentos. Porém, só foram inclusos dois artigos nessa revisão de literatura devido ao número limitado de experimentos analisando o efeito crônico (longo prazo) na PA, nesse modelo de exercício na literatura nacional, dificultando a reprodução dos resultados para população.O treinamento físico deve ser prescrito, levando-se em considerações as peculiaridades da HAS, devendo o profissional ter conhecimento da fisiopatologia da doença e fisiologia do exercício, para ser eficaz e segura ao aluno ou paciente.
Diante de tais evidências cientificas á utilização do exercício físico como complemento ao tratamento-farmacológico (medicamentoso) é justificado por ter eficácia (SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA, 2010).
Referência
Souza, C.A: Exercício aeróbio e resistido: Respostas crônicas na pressão arterial de indivíduos com hipertensão arterial sistêmica. [Monografia de Especialização Lato Sensu]. Especialização em Fisiologia do Exercício, UNIFESP, São Paulo, SP (2011).
Postado: 25/11/2015
O exercício físico está associado a benefícios ao sistema cardiovascular de indivíduos hipertensos, diminuindo, por exemplo, os riscos de acidentes cardiovasculares a dependência de medicamentos anti-hipertensivos (CHOBANAIN, BAKRIS & BLACK, 2003).
O treinamento físico tem demonstrado ser eficiente para reduzir os valores tensionais de pressão arterial (PA) nos pacientes hipertensos, vindo a ser, dessa maneira, um tratamento complementar ao medicamentoso. Os benefícios do treinamento físico para a saúde do hipertenso são inúmeros, podendo até reduzir a dose dos remédios, minimizando os efeitos colaterais nesse procedimento.
O treinamento aeróbio tem sido o mais recomendado para o tratamento da pressão arterial sistêmica (HAS), devido à comprovação de sua eficácia nos trabalhos científicos e recomendação por entidades nacionais e internacionais.
Nesta revisão de literatura não foi diferente, mostrando-se ser eficiente na redução crônica dos níveis tensionais de PA nesse tipo de população. Deve-se prescrever esse exercício como principal treinamento complementar ao tratamento farmacológico.
No entanto, o treinamento resistido vem sendo indicado como complemento ao aeróbio para redução da PA em pacientes hipertensos. Esta revisão demonstrou que o mesmo, foi eficiente para reduzir os valores tensionais da PA nesses experimentos. Porém, só foram inclusos dois artigos nessa revisão de literatura devido ao número limitado de experimentos analisando o efeito crônico (longo prazo) na PA, nesse modelo de exercício na literatura nacional, dificultando a reprodução dos resultados para população.O treinamento físico deve ser prescrito, levando-se em considerações as peculiaridades da HAS, devendo o profissional ter conhecimento da fisiopatologia da doença e fisiologia do exercício, para ser eficaz e segura ao aluno ou paciente.
Diante de tais evidências cientificas á utilização do exercício físico como complemento ao tratamento-farmacológico (medicamentoso) é justificado por ter eficácia (SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA, 2010).
Referência
Souza, C.A: Exercício aeróbio e resistido: Respostas crônicas na pressão arterial de indivíduos com hipertensão arterial sistêmica. [Monografia de Especialização Lato Sensu]. Especialização em Fisiologia do Exercício, UNIFESP, São Paulo, SP (2011).